Sexta, 03 de julho de 2026, 18:35h
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Durante o evento, parte da fábrica Dona Zilda se transfere para dentro dos pavilhões do Centro de Eventos
Fazer com que os visitantes, ao andarem pelos corredores da Cidade do Doce, sintam o aroma adocicado da feira. Este é o objetivo da tradicional fábrica de doces da Fenadoce, localizada dentro dos pavilhões do Centro de Eventos. Os tachos a vapor, que fazem o cozimento das frutas, ficam ligados todo o tempo em que a feira recebe seus visitantes.
Na época do evento, parte da fábrica de doces “Dona Zilda” se transfere para a Cidade do Doce, onde são preparados doces cristalizados, em pasta, geleias e chimias. “O procedimento que fazemos aqui é o cozimento em tachos à vapor que fazem com que o açúcar incorpore à fruta”, explica Sérgio Sias, diretor da fábrica.
O casal de pelotenses Leandro Xavier e Tatiane Gonçalves morou seis anos nos estados do Rio de Janeiro e Brasília e retornou há poucos meses a Pelotas. Curiosos, registraram todos os momentos da confecção do doce, que vão desde a seleção da fruta até a cristalização e esfriamento. “Em todos esses anos sentimos muita falta de Pelotas e das coisas daqui e esse cheiro de doce no ar é uma forma de matar a saudade da nossa terra”, disse Tatiane.
Na Fenadoce, a produção fica em torno de 200 quilos de doces por dia, que ficam à venda no estande ao lado da fábrica. Durante o ano, a fábrica de doces Dona Zilda funciona no Fragata, na avenida Duque de Caxias, 1256.
Redator: Assessoria de Imprensa
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