Segunda, 29 de junho de 2026, 23:00h
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Composição de Carlos Omar Vilela Gomes e Tuny Brum venceu a linha livre com a interpretação de Jean Kirchoff
Inerte há 12 anos em Canguçu, o 6° Canto dos Cardeais voltou com força no último final de semana para agregar e cultivar a arte gaúcha, principalmente a que ressalta os valores do município. Entre os dias 13 e 15 deste mês, o Ginásio de Esportes Conrado Ernani Bento foi palco das três noites do evento, destacadas pelos shows de Jairo Lambari Fernandes, Pedro Guerra, João de Almeida Neto e Luiz Marenco, além das apresentações e premiações para a fase local e estadual. Milhares de pessoas participaram do Festival.
Com temáticas retratando a Agricultura Familiar e Linha Campeira, os jurados Antônio Gringo, João de Almeida Neto, Juarez Fonseca, José Fernando Gonzalez e Léo Ribeiro avaliaram e escolheram na primeira noite quatro canções da fase municipal para a final, além das dez classificadas da fase estadual, com participações de artistas do Estado e da Argentina. Na Linha Livre, “O grito do mundo” conquistou o primeiro lugar. Jean Kirchoff interpretou o tema social de Carlos Omar Vilela Gomes e Tuny Brum. A vencedora da Linha Campeira é de Santa Maria: “Se se abre o coração”, composta por Silvio Genro e Penna Flores – foi interpretada por Francisco Oliveira.
“Solidão campesina”, de José Cesar Matesich Pinto e Talo Pereira, foi interpretada por Felipe Prates e ficou com o segundo lugar na Linha Livre. A música também levou o troféu de melhor tema social. Na Campeira, a segunda posição foi para “As razões pra quem canta”, composição de Luiz Carlos Ranoff interpretada por Lara Paz. A música mais popular foi uma das representantes de Canguçu. “Se os cardeais voltam pra terra”, de Vanderlei Pinto Oliveira e Andriego Garcia Von Laer, conquistou o primeiro lugar com a interpretação de Raineri Spohr.
O Canto dos Cardeais é promovido pela Prefeitura de Canguçu, através da Secretaria de Cultura, Turismo, Juventude e Mulheres. O evento – com produção da Tabla Produtora – teve o patrocínio da Caixa Econômica Federal e o apoio de empresas locais.
Acompanhe a lista dos ganhadores com seus respectivos prêmios (todas as músicas classificadas para a final receberem R$ 3 mil como ajuda de custo):
1º lugar Linha Livre, com ênfase na Agricultura Familiar
“O grito do mundo” (Carlos Omar Vilela Gomes/Tuny Brum), interpretada por Jean Kirchoff. (Troféu Capital da Agricultura Familiar)
1º lugar Linha Campeira
“Se se abre o coração” (Silvio Genro/Penna Flores), interpretação de Francisco Oliveira (Troféu Capital da Agricultura Familiar)
2º lugar Linha Campeira
“As razões pra quem canta”, interpretada por Lara Paz (de Luiz Carlos Ranoff)
2º lugar Linha Livre com ênfase na Agricultura Familiar
“Solidão campesina” (José Cezar Matesich/Talo Pereira), interpretada por Felipe Prates
Composição mais popular
“Se os cardeais voltam pra terra” (Vanderlei Pinto Oliveira/Andriego Garcia von Laer). (Troféu Joaquim Teixeira Nunes e Lanceiros Negros)
Melhor instrumentista do Festival
Elias Rezende, pela composição “Se se abre o coração”
Melhor intérprete do Festival
Jean Kirchoff, pela composição “O grito do mundo” (Troféu César Passarinho)
Melhor letra Linha Campeira
Silvio Genro, na composição “Se se abre o coração” (Troféu Luiz Carlos Barbosa Lessa)
Melhor letra Livre com ênfase na Agricultura Familiar
Carlos Omar Vilela Gomes, na composição “O grito do mundo” (Troféu Luiz Carlos Barbosa Lessa)
Melhor arranjo instrumental
Arranjo coletivo da música “O grito do mundo”
Melhor melodia
Luís Carlos Ranoff, na música “As razões pra quem canta”
Melhor tema social
“Solidão campesina”, de José César Matesich Pinto (Troféu Bisa Vicenta
Melhor tema do meio ambiente
“As ‘arve’ do patrão”, de Luciano Rosalino
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