S�bado, 11 de julho de 2026, 16:49h
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A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre esteve em Piratini neste domingo (11). Sob a regência do diretor artístico da Ospa, maestro Tiago Flores, foram executadas canções em parceria com Ernesto Fagundes e Renato Borghetti, com arranjos de Arthur Barbosa. A apresentação ocorreu na Igreja Matriz, na rua 20 de Setembro, e ofereceu entrada franca para os centenas de piratinienses que prestigiaram o evento, parte da comemoração da Semana Farroupilha. No repertório, obras conhecidas dos gaúchos como Fronteiras (Tasso Bangel), Milonga para as Missões, Rancheirinha, Barra do Ribeiro, Redomona, Minuano, Origens, Céu Sol Sul, Mercedita, Querência Amada, Amargo e Canto Alegretense. Com o tema "Nossas Raízes", a Semana Farroupilha 2011 explora a história do Rio Grande do Sul, rebuscando-a e retirando dela aspectos que melhor retratem a formação sociocultural do Estado. A cidade Seu nome é de origem indígena e na língua tupi-guarani significa "peixe barulhento", devido ao curso turbulento de água que cruza a região. O município fica no sul da campanha gaúcha, entre Bagé e Pelotas e teve como primeiros habitantes, os portugueses que chegaram em Piratini em 1777, no entanto, seus primeiros povoadores efetivos foram os açorianos que chegaram em 1789. Foi a 1º capital da República Riograndense até janeiro de 1839, quando forças farrapas se retiraram da região, transferindo a capital para Caçapava do Sul. Foi escolhida a primeira capital da República, proclamada na Revolução Farroupilha, por estar perto de uma saída para o mar, através da Lagoa dos Patos e do rio Camaquã, tendo em vista que Porto Alegre e Rio Grande estavam sob o comando dos imperiais. Hoje, o município é famoso pelo seu patrimônio histórico, tendo 15 prédios tombados como tal.
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