Sexta, 26 de junho de 2026, 13:30h
Home Cultura e turismo
*Com informações da Pau No Gato Produções
Ocorreu nos dias 16 e 17 de janeiro o maior (e único) festival pedroosoriense de rock, o Pedrock In Rio 3. 12 bandas fizeram de Pedro Osório a capital do rock na região sul e entregaram ao público grandes performances com diferentes estilos de rock.
O primeiro dia do evento teve a predominância de bandas de rock alternativo. As bandas Tronco, Eletreto, A12, Banda Isopor, Street Cats e Universo Paralelo trouxeram ao festival sons que variaram do stoner rock instrumental até o grunge dos anos 90, passando pelo punk e metal.
O segundo dia foi dedicado ao rock clássico, trazendo as bandas CtrlA (fruto de um projeto social desenvolvido na cidade de Herval/RS), Difícil Acesso, Quarto de Banho, Sphynx, Tripulação Garagem e Mato Cerrado. Pop rock, rock clássico e blues foram alguns dos estilos apresentados nesta segunda metade do festival.
Para Wagner Sicca, um dos organizadores, o saldo do festival foi positivo. “Apesar de alguns problemas, conseguimos trazer para a nossa cidade um grande line-up e mostrar uma grande variedade musical ao público pedroosoriense”, afirma Sicca, que acrescenta que os objetivos do festival são, justamente, fomentar a diversidade cultural do público e estimular a produção artística na cidade. Nesta edição, participaram cinco bandas pedroosorienses.
O Pedrock In Rio 3 teve sua infraestrutura fornecida pela Prefeitura Municipal de Pedro Osório e a organização artística ficou por conta da Pau No Gato Produções, grupo formado por Wagner Sicca, Luan Jodar, Eduardo Ishigami e Lúcio Ferro.
Rock, a geração que sempre se renova
Nesta terceira edição do Pedrock in Rio, foi possível acompanhar no palco diversas bandas de várias faixas etárias, assim como no público: jovens, adultos e os mais “velhos” curtiram o rock, ritmo esse que sempre se reinventa e escreve um novo capítulo.
Percebeu-se a integração dos amantes do rock durante os dois dias de festival, centenas de pessoas das mais diversas classes sociais e das cidades da região sul estiveram reunidas, às margens do Rio Piratini, para curtir o rock na sua essência, que sempre se inventa, se renova, mas não deixa o passado para trás.
O legado do rock passa de pais para filhos, entre colegas de aulas, entre pessoas que fazem questão de mostrar o rock do passado para geração de hoje e para geração do futuro. Um pai, por exemplo, que estava tocando em uma banda levou o filho bebê, ainda “de colo”, para acompanhar o show junto de toda a família. O bebê acabou sendo batizado por todos como “bebê do rock” e estava devidamente caracterizado, dos pés a cabeça.
Redator: Tradição Regional
Fechar X
Fechar X
Av. Imperador Dom Pedro I, 1886, sala 1 - Bairro Fragata - CEP: 96030-350 - Pelotas/RS
E-mail: [email protected] / Telefone: (53) 3281 1514
© Todos os direitos reservados