Segunda, 15 de junho de 2026, 18:03h
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Eles são exímios nas montarias, pilchas, alegorias e outras tantas exigências feitas pela Comissão Julgadora que avalia o desfile de cavalarianos na chamada “pátria de bombachas”. É o maior em número de cavalarianos e se autodenominam “um bando de loucos”, que, em contrassenso, demonstram uma organização que os tornou o maior campeão de um dos maiores desfiles do Estado: são 17 campeonatos, cinco nos últimos seis anos.
Fundado por Marcial Guastucci, o Macega, e por um cavalariano que aceita apenas ser chamado de “Cabrinha”, o Resto de 35 foi criado em 1982 e, em 2017, quando comemora 35 anos quer um feito: vencer pela quinta vez consecutiva a competição.
Em sua história de três décadas e meia, o piquete se destacou também por ser incentivador de atividades campeiras. Foi ele que criou a Associação de Ginetes e Laçadores, que deu origem ao Cantar das Esporas, tradicional rodeio em pista fechada que ocorre anualmente. Também foi criador do Desfile da Paz, incentivador da Antiga Vertente de Piratini, festival musical tradicionalista e estimulador do também já extinto Tranco, Trote e Galope, um rallye a cavalo que atraía competidores da Zona Sul.
Desta vez, a missão de tentar o campeonato está nas mãos do patrão Glaiton Ávila e do vice Taifer Madruga. Na promessa, um grande visual temático que, conforme eles, é a marca do 35. Uma das alegorias se chama “Rio Grande vem a cavalo” e levará cavalheiros de toda a região como Pelotas, Pedro Osório, Rio Grande, Cerrito e Pinheiro Machado. Para fechar, o Piquete do Lenço Perfumado, formado somente por mulheres, deve engrandecer o desfile deste ano.
Redator: Tradição Regional
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