Quarta, 10 de junho de 2026, 20:28h
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No dia 15 de maio, na sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em Brasília, o Conselho Consultivo aprovou o Registro de Patrimônio Imaterial para a região doceira de Pelotas, Arroio do Padre, Turuçu, São Lourenço do Sul e Morro Redondo. Após esta conquista, a Festa do Doce Colonial também passou a ter outro sabor, pois além de todas as atrações que já aconteceram na primeira festa, em 2017, também será anunciado e festejado o registro.
Com o objetivo de avançar na organização do evento, na semana passada, integrantes da comissão organizadora se reuniram no Escritório Municipal da Emater/RS para dar continuidade ao trabalho. A discussão foi direcionada principalmente às atrações e à busca de patrocínio.
A segunda edição tem como organizadora a Associação dos Empreendedores de Turismo, com apoio da Prefeitura Municipal, Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Sebrae, Embrapa e Emater/RS-Ascar.
Além das atrações que acontecerão durante os dias do evento, como Torneio de Taco e de Vôlei, exposições e apresentações musicais e artísticas, neste ano, o artesanato do Roteiro Turístico Morro de Amores terá coleção para homenagear a cidade do Doce Colonial.
Também, haverá a divulgação do registro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) do “modo de fazer o doce colonial”. Será fornecido destaque para a agricultura familiar, que será chamado de “Espaço Saberes e Sabores da Colônia”.
O evento acontecerá nos dias 9 e 10 de junho, no espaço do Centro Cultural de Eventos Valdino Krause e coroará o reconhecimento da região produtora de doces coloniais.
Redator: Tradição Regional
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