Domingo, 07 de junho de 2026, 14:01h
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Cavalarianos chegaram ao município na última terça-feira (11) e carregaram a centelha até o galpão de rondas do CTG 20 de setembro
Durante seis dias, homens e mulheres de Piratini se dedicam à tradição, que engloba pais, filhos e netos - toda uma geração - pelo amor e memória dos costumes da história do Rio Grande do Sul.
Neste ano não foi diferente. Foram 65 quilômetros percorridos até o município de Pedro Osório, o escolhido, em 2018, para guardar a centelha da Chama Crioula. E até lá, muita prosa e churrasco nas paradas de descanso, assim, relembrando os antigos costumes de acampamentos farroupilhas.
Na manhã do dia 5 de setembro, quando os cavalarianos fizeram a tradicional cerimônia do Hino Rio-Grandense em frente ao Altar da Pátria, a emoção foi tomada pela singela homenagem à Paixão Côrtes, folclorista, compositor, radialista e pesquisador, considerado como um dos ícones da cultura e costumes gaúchos, falecido no último 27 de agosto.
Roberto Farias Garcia, responsável pela comissão de organização da cavalgada, diz que participar da busca da Chama é algo muito bom, que é um “passeio” para quem gosta de cavalo. “É unir amigos e ter a certeza de que estamos comprometidos com nossa tradição e cultura”, define.
Em cerimônia realizada no final da tarde da última terça-feira (11), os cavalarianos chegaram ao município e carregaram a centelha até o galpão de rondas do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) 20 de Setembro, onde ocorrerão - como no ano passado – as tradicionais rondas.
Redator: Tradição Regional
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