S�bado, 06 de junho de 2026, 14:50h
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*Com informações da Assessoria de Imprensa
Com uma população estimada em, aproximadamente, 26,8 mil, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município de Jaguarão fica localizado no extremo meridional do Brasil, na fronteira com a República Oriental do Uruguay.
Reconhecida nacionalmente pelo acervo histórico e cultural, a cidade possui casarões dos séculos XIX e XX, período que demarca a fase áurea da construção civil local.
A denominação se deu em função do rio que cruza a zona fronteiriça. O rio Jaguarão nasce próximo à cidade de Bagé e deságua em território uruguaio, na Lagoa Mirim.
Diferentes explicações são atribuídas à origem do termo. Uma possível gênese indica o aumentativo português de uma palavra derivada da língua tupi, que significa onça. A versão mais corrente é de uma lenda indígena. JAGUA-RU era como chamavam, guaranis pampianos, a um animal que tinha corpo de lobo marinho e cabeça e patas armadas de garras de tigre, com o porte aproximado de um cervo ou cavalo pequeno.
A instituição do município ocorreu em 1832, por ato regencial, em nome de Dom Pedro II. No ano seguinte, aconteceu a formação da Câmara Municipal de Vereadores.
No ano de 1855, Jaguarão foi elevada à categoria de cidade. Em 1865, a fronteira foi invadida por cerca de 1,5 mil caudilhos “blancos”, a mando da intervenção do general uruguaio Basílio Muñoz. Embora em número reduzido, as forças jaguarenses compostas por cerca de 500 praças, comandadas pelo coronel Manoel Pereira Vargas, com o auxílio de canhões, resistiram, fazendo com que os uruguaios se retirassem.
O episódio rendeu ao município o título de “Cidade Heroica” e ao Brasil, a demarcação das fronteiras à margem esquerda do rio Jaguarão.
Redator: Tradição Regional
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