Ter�a, 30 de junho de 2026, 18:09h
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O bloqueio em futuras licitações com as empresas investigadas acontece através de medida cautelar.
A estatal anunciou, no fim da noite de ontem, que vai interromper licitações com empresas investigadas no esquema de corrupção, entre elas a Engevix e a Toyo Setal, responsáveis por empregos no polo de Rio Grande.
A decisão foi tomada pela Diretoria Executiva da Petrobras, que aprovou o bloqueio caltelar dessas empresas e ainda anunciou a criação de Comissões para Análise de Aplicação de Sanção (CAASE) para cada uma das companhias. “As referidas empresas serão temporariamente impedidas de serem contratadas e de participarem de licitações da Petrobras”, diz o comunicado divulgado pela estatal.
“A adoção de medidas cautelares, em caráter preventivo, pela Petrobras tem por finalidade resguardar a Companhia e suas parceiras de danos de difícil reparação financeira e de prejuízos à sua imagem”, justifica ainda a Petrobras, que prometeu respeitar o direito ao contraditório e à ampla defesa.
O bloqueio em futuras licitações acontece através de medida cautelar. As demissões não deve ocorrer em janeiro. A partir de fevereiro, o sindicato espera que o governo federal arranje uma maneira de fazer o repasse que seria feito diretamente pela Petrobras, já que a estatal fica impedida de investir em empresas que estão sendo investigadas.
A expectativa é que a situação seja discutida no máximo até a próxima semana, já que os trabalhadores voltam de férias coletivas na próxima segunda-feira, dia 5. Os metalúrgicos prometem fazer mobilização já no começo do ano.
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