Segunda, 29 de junho de 2026, 20:39h
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Durante o dia 18 de março, o presidente da Câmara de Vereadores, Geovane Teixeira (PSDB), juntamente com os vereadores Paulinho Alves (PP), André Kisuco (PSB), Jaime Lucas (PMDB) e o prefeito municipal, José Felipe da Feira, participou de uma audiência em Porto Alegre que tratou da ida da empresa Finagro para o município de Pinheiro Machado.
A estimativa da empresa é de que se produza 600 mil toneladas ao ano do biocombustível grânulos, elaborados com resíduos de madeira. A unidade pretende ainda gerar 50 mil watts de energia elétrica por ano e, em um estágio futuro, implementar a produção de etanol celulósico à base de casca de arroz.
Para sair do papel, o projeto aguarda ainda o estudo do impacto ambiental e liberação das licenças, o que deve ocorrer até o mês de agosto de 2015.
Se confirmada a ida da empresa para Pinheiro Machado, o empreendimento gerará 1,5 mil empregos temporários para trabalhadores da construção civil e, posteriormente, 200 empregos diretos e outros 600 indiretos.
A região foi escolhida pela disponibilidade de áreas florestais com boa matéria prima, pela grande disponibilidade de casca de arroz para etanol de segunda geração e pela logística, com uma ferrovia que liga a metade Sul até o porto de Rio Grande.
A Finagro projeta um investimento inicial de U$ 220 milhões. As obras devem começar no 2º semestre de 2015. O início previsto das operações é para o ano 2017.
O Pellet é um combustível granulado que pode ser fabricado a partir de diversos tipos de resíduos de madeira, cascas de arroz e serragens. A produção do Rio Grande do Sul vai atender, inicialmente, o mercado europeu, que busca substituir o carvão mineral pela biomassa. Já a energia elétrica vai atender a demanda do consumo nacional.
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