Sexta, 10 de julho de 2026, 09:34h
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Comprar uma geladeira e mobiliar a casa continuarão mais baratos até o próximo sábado, quando terminará a vigência da redução no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para determinados produtos.
Enquanto consumidores fazem planos para aproveitar os últimos dias, empresários contabilizam aumento nas vendas, entre 8% e 15%, e já pressionam pela prorrogação da medida.
Em 26 de março, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que a redução do IPI para a linha branca (geladeira, fogão máquina, de lavar), móveis e material de acabamento valeria por mais 90 dias, a partir de 1º de abril. Com a renúncia fiscal, o governo deixaria de arrecadar R$ 489 milhões, mas esperava incentivar o consumo e aquecer a economia. O presidente da Associação Gaúcha para o Desenvolvimento do Varejo (AGV), Vilson Noer, calcula que as vendas subiram de 10% e 15%.
- A redução de imposto sempre cria um clima favorável. O lojista aposta, o consumidor busca o benefício - diz Noer.
Desenvolvimento nas vendas pode ajudar na prorrogação
Empresários gaúchos se mobilizam para que o governo federal prorrogue a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), cujo prazo de vigência deve se encerrar no próximo sábado.
Argumentam que a dimunição do imposto, se pendurar, continuará aumentando o consumo, a produção industrial e a geração de empregos. A direção da Associação das Indústrias de Móveis do Estado (Movergs) mandou representante a Brasília, no dia 19, para pedir a prorrogação da isenção. A Associação Gaúcha para o Desenvolvimento do Varejo (AGV) está atenta.
Redator: Assessoria de Imprensa
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