S�bado, 04 de julho de 2026, 11:12h
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Em Piratini, a adesão à Greve Nacional do Magistério, que no Rio Grande do Sul foi transformada numa paralisação de três dias, com começo na segunda-feira (17), foi parcial em todas as escolas estaduais do município. A Escola República Rio-grandense, no Cancelão, foi o educandário em que mais se sentiu o ato em protesto pelo não pagamento do Piso Nacional da categoria e pelo plano de educação a nível nacional. Nela, nove professores e dois funcionários aderiram à paralisação. Com isso, para estudantes de 1ª a 5ª séries, as aulas foram suspensas, já as demais séries funcionaram de forma irregular.
No Instituto de Educação Ponche Verde, que possui cerca de 1.200 alunos em três turnos, conforme informou a diretora Maria Lúcia Corral, pararam dez dos 69 professores da escola e apenas um dos 16 funcionários, o que representa 13% do total da categoria na escola, e fez com que alunos não cumprissem toda carga horária prevista. O colégio Rui Ramos manteve as portas abertas considerando que nenhum professor ou funcionário aderiu à paralisação. Já na Escola José Pedro Garcia, apenas na quarta-feira (19), dois funcionários e um professor não foram trabalhar. O Inácia Machado da Silveira contou com a paralisação de cinco professores e quatro funcionários, sendo que no segundo dia de greve a escola não ministrou nenhuma aula no turno da tarde.
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