Quinta, 02 de julho de 2026, 01:07h
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Projeto da universidade visa aumentar a produção e observar em que nível de gestão as empresas se encontram
Na manhã de 18 de agosto aconteceu, na Câmara de Vereadores de Cerrito, reunião entre Prefeitura, Universidade Católica de Pelotas e o setor da Indústria.
Entre os presentes estavam Daltro Couto Dias, presidente da Associação dos Oleiros de Cerrito, que conta hoje com 23 associados, Rosane Reis, 1ª secretária da Associação dos Oleiros, Adão Colvara, 2º tesoureiro da Associação dos Oleiros, o prefeito, José Flavio Vieira, o secretário de Saúde, Douglas da Silveira, e os representantes da Universidade Católica de Pelotas, João Alberto, Extensionista da instituição, e Cristiam, coordenador do Núcleo de Extensão de Produtividade e Inovação da Universidade.
Cristiam disse que o objetivo do projeto é ampliar a produção e verificar o nível de gestão em que as empresas se encontram, verificando em quais áreas necessitam de ajuda e qual a real capacidade de produção. A partir da análise, será feito um plano de ação para auxiliar os empresários que aderirem ao projeto.
João Alberto falou sobre gerenciamento para evitar desperdícios e aproveitar os mesmos recursos existentes e com mais rentabilidade, transformando e convertendo em mais empregos para o município e exercendo atividades conjuntas para desenvolver a cidade e região. Ele também propôs disponibilizar questionários para que se analise o que as empresas precisam para melhorar na produtividade e assim terem mais lucros. João Alberto enfatizou, ainda, que gostaria muito de poder ajudar as empresas de Cerrito, citando que a UCPel conta, para o projeto, com vários profissionais, contadores e técnicos. O projeto chama-se Arranjo Produtivo, e é desenvolvido pela instituição.
O prefeito, José Flavio Vieira, citou a importância de se fazer o diagnóstico nas empresas para se saber o que precisa ser feito. Ele citou os Oleiros como exemplo, pois enfrentam demora na liberação para retirada da matéria prima. Ele também colocou-se a disposição dos setores de indústria do município, afirmando que irá querer ter em mãos os diagnósticos.
Daltro Couto e Rosane Reis, da Associação dos Oleiros, falaram sobre a demora em conseguir liberação para extrair material para fabricação de tijolos, Couto citou, ainda, a concorrência com tijolos de Santa Catarina, que vem para o RS com custo muito menor devido a menos impostos.
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