Quinta, 18 de junho de 2026, 08:09h
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Em 2016, o transporte escolar envolvendo os terceirizados e também a frota da Prefeitura causou dor de cabeça ao executivo. Carros insuficientes, em estado mecânico a desejar, atraso constante com empresas que, ao longo do ano letivo, terceirizam o serviço, e alunos do interior sem aulas por até uma semana.
O novo ano nos colégios começou e o horizonte parece não ser diferente. Sem fôlego para custear os R$ 230 mil mensais de transporte dos alunos do município e do Estado, o secretário Municipal de Educação, Gilson Gomes, que também é o vice-prefeito de Piratini, solicitou à Secretaria Estadual de Educação que aumentasse os atuais R$ 72 mil do convênio que o Estado possui com o município para o transporte dos alunos do ensino médio. Porém, Gomes teve a solicitação negada e, com isso, a situação novamente deve se agravar.
O vereador Sérgio Castro (PDT) acompanhou Gomes e no retorno da viagem criticou a postura do governo estadual, afirmando que se a situação não mudar, Piratini não terá fôlego para suportar o problema até o fim do ano letivo. “Não temos mais pernas para aguentar e é importante que se esclareça para a comunidade que critica, mas que não sabe o quão complexo é o assunto”, disse o vereador.
Segundo Castro, há um esforço conjunto para amenizar a situação com a compra de um ônibus que já está integrado à frota, além de outros dois veículos de menor porte que também serão incluídos.
A ideia é diminuir os contratos terceirizados para o transporte, criando assim mecanismos para que não aconteça o mesmo que ocorreu em Canguçu, cidade que rompeu com o governo do Estado, o que causou grandes transtornos.
Redator: Tradição Regional
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