S�bado, 11 de julho de 2026, 01:37h
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Breno Schmalfuss reuniu dezenas de servidores para acompanhar a sessão ordinária da Câmara de Vereadores na segunda
As duas propostas de adequação salarial aos servidores do Magistério apresentadas pela Prefeitura de Canguçu na segunda-feira (9) desagradaram o Sindicato dos Municipários (Simca). De acordo com o presidente Breno Schmalfuss, uma delas visa acabar com o Nível 1, agrupando-o ao Nível 2. A outra opção sugerida pelo poder Executivo seria mantê-lo e oferecer uma complementação para se equiparar ao Nível 2. “As propostas são praticamente iguais e desvalorizam o que existe de mais importante em um professor, que é a busca por mais conhecimento”, critica Schmalfuss.
Na avaliação do Simca, dos cerca de 600 professores da rede municipal, apenas 30 se beneficiariam com as propostas. Todos eles do Nível 1, em que os professores com curso de Magistério recebem salário de R$ 684,84. No Nível 2 estão os professores de Magistério que possuem outros cursos reconhecidos pela categoria. Eles recebem R$ 734,86 por mês. Uma das propostas feitas pelo prefeito Cássio Mota na reunião realizada na segunda-feira é a equiparação salarial entre os níveis 1 e 2.
No início da noite, servidores públicos lotaram o plenário da Câmara de Vereadores para pedir a retirada do projeto da pauta, o que acabou acontecendo. “Os professores estão orientados a buscar pelo cumprimento do Piso Nacional na Justiça a partir de agora. Existe uma lei municipal e ela não está sendo cumprida”, revela o líder do Simca.
A contraproposta do Sindicato pede adequação de 6% em todos os cinco níveis de salário do Magistério, para se chegar ao estabelecido pelo Piso Nacional (ver imagem abaixo). Os servidores municipais alegam defasagem salarial de 19,4% em relação ao mínimo nacional nos últimos sete anos.
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