Segunda, 15 de junho de 2026, 10:19h
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Ao final de cada mês o orçamento nos permite quitar contas comuns e que vencem a cada trinta dias. Tarifas como água, luz, internet, telefone e aluguel para aqueles que ainda não conquistaram a casa própria. Não citamos a alimentação e o vestuário, itens básicos e que também dependem do salário que chega, ou ao menos deveria chegar, ao final ou no início de cada mês.
Causa curiosidade como que cada funcionário estadual do Rio Grande do Sul faz para manter sua estrutura. Desde 2015 é um parcelamento após o outro, desequilibrando totalmente o orçamento familiar.
Neste mês, o governador José Ivo Sartori depositou apenas R$ 350 nas contas dos servidores, tornando o que já era complicado, mais grave ainda.
Os professores da rede pública estadual usam o poder de paralisação e greve para se manifestarem contra esse achaque financeiro.
Na quarta-feira (6), os profissionais tomaram para si o exemplo do município de Santa Maria e cerca de 20 deles, representando os educandários estaduais da cidade, foram até a Delegacia de Polícia Civil registrar um boletim de ocorrência contra o governador Sartori.
A ação se faz necessária para procedimentos futuros contra o Estado, que descumpre através de seu representante maior, o que a justiça já determinou a favor do funcionalismo.
Redator: Tradição Regional
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