Sexta, 10 de julho de 2026, 19:08h
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O Ministério da Educação (MEC) divulgou uma nota sobre a paralisação nacional dos professores universitários da rede federal. O comunicado foi enviado na manhã desta segunda-feira (21).
Furg e UFPel
Os professores da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) decidiram deflagrar greve desde o dia 17 de maio. A paralisação será por tempo indeterminado. Por conta do processo eleitoral, o movimento grevista na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) será marcado, até o fim do pleito, apenas por paralisações que devem acontecer em dias alternados, uma vez por semana.
Reinvidicações
A greve dos docentes luta pela reorganização e a normalização dos reajustes salariais repassados aos professores a cada ascensão de classe, piso salarial de R$ 2.323,21 para regime de 20h semanais e melhora da infraestrutura e condições de trabalho.
Confira a nota na íntegra
1. Em agosto do ano passado, o Ministério da Educação negociou com as entidades sindicais ligados ao ensino superior, a proposição de um reajuste salarial de 4%, a partir de março de 2012. Encaminhou Projeto de Lei para o Congresso. Entendendo as dificuldades de tramitação no Legislativo, o ministro Aloizio Mercadante interferiu diretamente com a Presidência da República no sentido de retirar o PL e transformá-lo em Medida Provisória, assinada no último dia 11, assegurando desta forma os termos da negociação e a aplicação do reajuste retroativo ao mês de março passado, além das gratificações específicas do magistério superior (Gemas) e de atividade docente do ensino básico, técnico e tecnológico (Gedbt).
2. Com relação ao plano de carreira, a negociação prevê sua aplicação em 2013. Os recursos devem ser definidos na LDO até agosto deste ano, o que significa que temos tempo. As negociações entre o Ministério do Planejamento e as representações sindicais seguem abertas.
3. O Ministério da Educação tem se revelado sensível as reivindicações das categorias e, inclusive, o ministro tem recebido sistematicamente as representações sindicais. De tal sorte que, com a perda do negociador do Ministério do Planejamento, Duvanier de Paiva, o que atrasou o cronograma, o MEC solicitou prioridade na retomada das negociações, no que foi atendido.
4. O Ministério da Educação reafirma sua confiança no diálogo e no zelo pelo regime de normalidade das atividades dos câmpus universitários federais.
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Educação Superior
Ministério da Educação
Fonte: Diário Popular
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