S�bado, 06 de junho de 2026, 13:37h
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Atividades desta terça-feira (27) foram encerradas na frente do prédio da Prefeitura
Na manhã desta terça-feira (27), servidores da educação de Pelotas lotaram a área externa e interna da Câmara de Vereadores para pedir a retirada do Projeto de Lei (PL) Adequação da Remuneração, divulgado na semana passada pela Prefeitura. A proposta institui o piso nacional do magistério como base de remuneração aos professores, porém reduz os índices de gratificações.
O PL é considerado pela prefeita Paula Mascarenhas a solução para a determinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS), que aponta irregularidades no pagamento sobreposto de gratificações, chamado de “efeito cascata”, considerado ilegal para o órgão. De acordo com o Sindicato dos Municipários de Pelotas (SIMP), em uma análise preliminar, foi constatado que a minuta é demasiadamente ampla e confusa, tratando, ao mesmo tempo, sobre a alteração dos salários e o Novo Plano de Carreira do Magistério.
Subiram na tribuna os vereadores Fernanda Miranda (PSOL), Antônio Peres (PSB), Silvio de Souza (DEM), Ivan Duarte (PT), Marcos Ferreira (Marcola) (PT) e Marcus Cunha (PDT) para manifestar apoio ao arquivamento do projeto. O público solicitava a posição dos vereadores da base do governo, como Fabrício Tavares (PSD), Roger Ney (PP) e Luiz Henrique Viana (PSDB), porém os parlamentares não quiseram se manifestar.
Após o encerramento da sessão, sem nenhum parecer, os educadores se deslocaram para frente do prédio do Executivo, onde fizeram um manifesto com cartazes e frases de repúdio ao projeto.
Redator: Tradição Regional
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