Quarta, 08 de julho de 2026, 21:59h
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Carros, motos, bicicletas, cadeirantes, grávidas, idosos, crianças e mães atravessando apressadas as ruas da cidade com carrinhos e seus bebês. Se você ficar em um ponto estratégico da avenida Gomes Jardim, onde se concentra 70% do comércio de Piratini, poderá perceber todas essas situações, muitas delas ao mesmo tempo, no perigoso e bagunçado trânsito da cidade, o que oportuniza cenas de imprudência, inclusive por parte do pedestre.
Ausência de agentes de trânsito, orientadores e até mesmo policiais que poderiam aumentar a segurança tanto do pedestre como do motorista, a burocracia e até a inércia do setor de trânsito municipal, agravam a cada dia um cenário propício para acidentes. Na esquina do antigo Palácio do Governo, o ponto mais perigoso. Lá é normal o popular “balão”, ou seja, a manobra dos motoristas que querem retornar para o sentido bairro e preferem correr e oferecer risco, a usar a via em frente e que permite trafegar com segurança.
Há três anos, partem da Câmara de Vereadores requerimentos requisitando à prefeitura faixas de segurança para frente do Super Weege e também para o trecho anterior e posterior à curva do Hotel da Cila, onde fica clara a necessidade de instalação urgente dos tachões que dividam o trecho para quem trafega nos dois sentidos.
No caso dos tachões, diante da pouca ou quase nenhuma informação sobre o assunto, é preciso saber diante das exigências do IPHAN e do IPHAE, se o calçamento do Centro Histórico pode sofrer alterações, mesmo que estas sejam pinturas para desenhar uma faixa se segurança. Gilmar Camargo, chefe do setor de Trânsito da Prefeitura de Piratini, foi procurado para dar informações sobre os locais apontados, mas até o fechamento dessa edição não foi encontrado.
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