Quarta, 08 de julho de 2026, 03:00h
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Durante o encontro do Conselho Nacional de Entidades (CNTE), ficou definida a realização de uma Semana Nacional da Educação em abril de 2013 focada na valorização dos profissionais em educação. A categoria defende a aplicação de 10% do PIB para a educação pública. Esta proposta está prevista no Plano Nacional de Educação que já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, mas ainda falta a sua aprovação no Senado.
Será defendida também uma alteração na MP 592 que destina os royalties do petróleo para a educação. Da forma atual, os recursos para a área não chegam a 20%. A luta é para que o total dos royalties do pré-sal sejam destinados à área. Também fazem parte do momento de reivindicação o pagamento do piso nacional para os professores e a reformulação dos planos municipais e estaduais da carreira do magistério.
Em Capão do Leão, das 14 unidades escolares, três aderiram integralmente ao movimento. As escolas Elberto Madruga, Elmar da Silva Costa e a de educação infantil Girassol, paralisaram durante três dias. Já as escolas Barão do Arroio Grande e Cel. Luiz Raphael de Oliveira Sampaio pararam apenas um dos três dias. Em outras unidades houve paralisações de um ou dois professores, o que não atrapalhou a prestação de serviços à comunidade.
A Secretaria de Educação, em respeito aos movimentos sociais, deu autonomia para que as escolas decidissem livremente a adesão ou não ao movimento, apenas orientou, através de circular oficial, que as que aderissem deveriam informar a comunidade da decisão e informar os períodos em que os dias letivos serão recuperados, já que a secretaria determinou que isto aconteça integralmente até o fim do ano.
Redator: Assessoria de Imprensa
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