Segunda, 06 de julho de 2026, 06:24h
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Professores pediram pelo o cumprimento da Lei do Piso Salarial e pela suspensão da reforma no Ensino Médio, entre outras reivindicações
O Cepers Sindicato foi uma das entidades de maior expressão do Estado a aproveitar o Dia Nacional de Mobilização e Luta para reivindicar os direitos antes já solicitados, mas não atendidos, do Magistério gaúcho. Em Piratini, na manhã do dia 30 de agosto, professores se posicionaram em frente a um dos acessos do Instituto de Educação Ponche Verde, para justificar à população, com pequenos folhetos que sintetizam os pedidos da classe, o motivo da ausência em sala de aula.
Na avaliação de Rita Hax e Daiana Vieira, membros locais do sindicato, 70% dos mestres funcionários do Estado aderiram ao movimento. No Ponche Verde, onde mais de mil alunos estudam, foram poucos professores a aderir a manifestação. Porém, segundo Daiana, as escolas José Pedro Garcia e Rui Ramos pararam totalmente. “A escola República Riograndense, no Cancelão e a escola Inácia Machado da Silveira paralisaram nos turnos da tarde”, completou Rita.
Alguns alunos participaram do protesto, já outros, em frente à escola ou das janelas da mesma, apenas assistiram seus professores que, com faixas e cartazes, requisitavam ao governador Tarso Genro o cumprimento da Lei do Piso Salarial para o Magistério Estadual, a criação do Piso para os funcionários de escola e a suspensão da reforma no Ensino Médio. O protesto foi concluído no final da manhã e retomado na segunda-feira (04), no mesmo local, mas com um maior número de participantes.
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