S�bado, 04 de julho de 2026, 12:12h
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No dia 6 de março, o Grêmio Atlético Farroupilha realizou o treinamento em preparação para a Segundona Gaúcha no estádio das Acácias do Grêmio Esportivo Índio, em Morro Redondo. O técnico do Farroupilha, Geverton Duarte, agradeceu à direção do Índio pelo empréstimo do campo, principalmente para o treinamento físico que está sendo realizado desde o começo da pré-temporada, com início no dia 11 de fevereiro.
A estreia na Segundona será no dia 23 de março, fora de casa, contra o Bagé. Serão 13 equipes na competição, divididas em duas chaves: “Uma chave com seis equipes, e a outra com sete. A nossa vai ter Farroupilha, Bagé, Guarany Bagé, Rio Grande, Estância Velha, São Gabriel, Rio Grande e Sapucaiense. Na primeira fase se classificam os quatro melhores de cada chave para a segunda fase, culminado ao final com três vagas de acesso para a série A2 do Futebol Gaúcho do ano que vem”, explicou Duarte.
Sobre a mudança de alguns critérios para participação na Segundona, já a partir deste ano, através da Federação Gaúcha de Futebol, e principalmente relativo à faixa etária – que permite agora somente equipes com atletas até 23 anos, e no máximo três atletas acima desta idade – o comandante do Farroupilha afirmou ser muito benéfica. “Os atletas, por serem jovens, irão atrair olhares de outras equipes maiores e vai depender do desempenho de cada um para o seu sucesso profissional. Essa é uma oportunidade única que o atleta tem na vida. Os meus jogadores têm que pensar que muitos queriam estar nos seus lugares. Fazendo um bom trabalho o clube ganhará e o atleta também, posteriormente, com a possibilidade de crescimento profissional num mercado tão competitivo”.
Duarte terá a companhia na comissão técnica de pessoas experientes, entre eles o ex-goleiro Cassio Ferrari, mas o comandante destaca que o bom trabalho vai depender principalmente dos atletas que são de São José do Norte, Rio Grande, Porto Alegre, Santa Catarina, Pelotas e região. Sobre a expectativa na competição, o técnico afirma saber das dificuldades na competição, e que não basta somente a “tradição da camisa”. “No ano passado, Rio Grande, Bagé e Guarany de Bagé estavam próximo do acesso à Serie A2, mas no final, por descuidos, não conseguiram, e certamente este ano vão vir com mais força. Por isso teremos que nos dedicar até o fim, com todo o respeito e cuidado”, disse, falando ainda que o Farroupilha tem conhecimento da situação por experiência própria, considerando a atuação no ano passado. “Nós vacilamos e fomos rebaixados nos últimos minutos de cada partida. O jogo só termina quando o juiz apita”, concluiu.
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