Segunda, 29 de junho de 2026, 05:01h
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Academia Adrenalina Fight, de Piratini, participou com vários atletas no evento
Um torneio de lutas animou a Região Sul na noite de sábado (6). O 3° CanFight reuniu um bom público no Ginásio Municipal de Canguçu e ficou marcado por confrontos internacionais entre brasileiros, argentinos e uruguaios.
Ao total, foram 9 lutas, sendo 1 de Boxe, 1 de Muay Thai e 7 de MMA. A primeira disputa foi de Boxe, entre Josiel Brum e Almir Freitas, ambos da academia Adrenalina Fight, de Piratini. Por intervenção do juiz no 2° round, a vitória foi para Freitas por nocaute técnico.
A luta seguinte foi de Muay Thai, entre Gabriel Garcia (Piratini), e Rodrigo Vaz (Santos/São Paulo). Conseguindo acertar dois knockdowns no seu adversário, Garcia registrou uma importante vitória por pontos.
Iniciando os combates de MMA, enfrentaram-se Luciano "Sulica" Linhares (Piratini) e Dener Santos (Rio Grande). Santos, mesmo tendo mais de 30 lutas em seu cartel, não fez um bom jogo em pé e levou vários golpes na face desferidos por Sulica. Contudo, ao conseguir levar a luta para o chão, ele desenvolveu o Jiu Jitsu e finalizou seu oponente com um "mata leão".
O piratiniense Andrei Oliveira representou o Brasil contra o argentino Alex Titan Magallanes. Essa era a chance de Oliveira se redimir da derrota para Magallanes na última edição do evento. No entanto, o argentino conseguiu levar a luta para o chão e vencer com um triângulo, ainda no 1° round.
Com a saída do lutador Francisco Silva (Bagé) da competição, Daniel Baiano (Bagé) aceitou o desafio e, mesmo estando abaixo do peso da categoria, enfrentou Juninho Carvalho (Pelotas). Carvalho entrou avassalador no octagon e desferiu vários golpes em seu oponente, obrigando o juiz central a interromper a luta e anunciar sua vitória por nocaute técnico.
Uma das iniciativas implantadas no CanFight deste ano foi uma disputa feminina de MMA. Enfrentaram-se Luyne Ulguim (Piratini) e Leona Madeira (Uruguai). As duas atletas tinham outras adversárias de Camaquã, porém como as mesmas não vieram ao evento, elas aceitaram o combate. Madeira aproveitou que sua adversária era de uma categoria mais leve e venceu no 1° round, quando aplicou uma guilhotina.
Thaiwam Ortiz (Piratini) e Marreta Botelho (Uruguai) protagonizaram o ante-penúltimo combate da noite. Ortiz foi superior em pé e quando a luta foi levada para o chão conseguiu explodir e montar em seu oponente, desferindo uma sequencia de socos que obrigou a interrupção do árbitro central, vencendo no 1° round por nocaute técnico.
Eleita como melhor luta da noite, a penúltima disputa foi entre Eri Silveira (Piratini) e Pablo Rangel (Bagé). Os dois optaram por uma luta mais agarrada e ficaram boa parte do tempo na grade, chegando a serem vaiados pelo público pela falta de combatividade. Ainda, foi anunciado o resultado errado dessa luta, que logo foi retificado pela organização. Rangel venceu o primeiro e terceiro rounds, faturando a vitória por pontos.
O mais aguardado combate da noite acabou no 1° round, no enfrentamento de Vagner Gonçalves (Piratini) e Rodrigo Vulcão (Chapecó - Santa Catarina). Gonçalves entrou motivado e logrou um nocaute técnico ainda no primeiro round. Ao final da luta, ele pegou o microfone e desafiou o canguçuense Alemão Pipa para uma revanche.
O mestre da academia Adrenalina Fight, Alessandro Garcia, avaliou a participação dos piratinienses no evento. "Penso que fomos muito bem, pois enfrentamos um cartel de lutadores de ótimo nível. Agora vamos nos preparar para estarmos ainda melhor nas próximas competições", disse.
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