Domingo, 28 de junho de 2026, 07:09h
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Três lutadores da Academia Adrenalina participaram, na noite de sexta-feira (14), do 1° Falcão Fight Night. O evento ocorreu no Super Kzão, em Pelotas, e reuniu centenas de pessoas para acompanhar um card de sete lutas, incluindo confrontos internacionais entre brasileiros e uruguaios.
O primeiro piratiniense a subir no octógono foi Thaiwam Ortiz, que enfrentou Lucas Bonfada, de Capão do Leão. Ortiz começou o combate na trocação, mas na primeira oportunidade derrubou o adversário e conseguiu passar para uma montada, desferindo avassaladores golpes que obrigaram o árbitro central a interromper o combate, dando a ele a vitória ainda no 1º round por nocaute técnico.
Em seguida, foi a vez de Eri Silveira representar Piratini. Silveira enfrentou o pelotense Pablo dos Santos, logrando uma vitória parecida com a de Ortiz. Os dois foram para a trocação franca no começo, mas Eri Silveira levou a luta para o solo e, após montar no adversário, usou golpes potentes para conseguir o segundo nocaute técnico da noite.
Luciano “Sulica” Linhares foi o último piratiniense a lutar. Ele enfrentou o anfitrião e estreante Lucas Jeske, que mostrou muita garra e resistência no combate. No 1º round, a luta começou com vantagem para Sulica, que conseguiu trabalhar bem seu jiu-jitsu. Já o 2º assalto foi mais ‘parelho’. Linhares tentou encaixar um triângulo, mas não conseguiu ajustar bem a chave e acabou cedendo uma posição de vantagem ao adversário, que desferiu vários socos. No último round, os dois atletas estavam cansados e numa entrada de queda mal executada por Jeske, Sulica encaixou uma guilhotina que lhe rendeu a vitória por finalização e uma das melhores lutas do Falcão Fight Night.
No co-evento da noite, o pelotense Wilson Marreta duelou contra o uruguaio Emiliano Beiróis. Marreta começou bem o combate e mostrou que estava com a esquiva em dia. Porém, após alegar ter recebido uma dedada no olho, ele tomou uma sequência de socos do adversário, que levou a luta para o solo e logrou um nocaute técnico.
A luta principal não decepcionou e causou alvoroço no público. Juninho Carvalho representou Pelotas e o Brasil, contra Nicolas Toro, de Montevideo (Uruguai). A disputa foi intensa e Carvalho mostrou-se leve no combate. Defendeu quedas e soube explodir no momento exato quando estava em posições desvantajosas. Ao final do 3º round, Juninho Carvalho ficou por cima no solo e, na especialidade da casa, ajustou um triângulo que lhe consagrou com a vitória.
Para Patrick Gonçalves, da Equipe Machado de Taekwondo, o evento superou todas as expectativas da organização. “Estamos muito felizes com o resultado final. Nosso objetivo principal é mostrar que o MMA é um esporte praticado por atletas, e não pancadaria como muitos pensam. Queremos deixar essa mancha positiva de um esporte em ascensão no Brasil e no mundo", sublimou o organizador.
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