S�bado, 04 de julho de 2026, 08:13h
Home Policial
O comandante da Brigada Militar de Piratini, Oscar Barbosa, se recusou a analisar e comentar sobre o episódio envolvendo um de seus comandados em uma briga em via pública no último final de semana. Para Barbosa, o fato de o policial estar em horário de folga, não fardado, deixa claro que não houve transgressão às regras da corporação, ficando o soldado passível da análise por inquérito civil e não militar. Barbosa se referia ao episódio de um antigo desentendimento entre Vagner Guastuci, 33 anos, popularmente conhecido por Patorra, e o policial militar, Paulo Ricardo Maluê, ocorrido na tarde do sábado (26), na rua 7 de Setembro, em frente à residência de Patorra.
A rivalidade não é atual, considerando que em 2012 já havia ocorrido uma discussão em via pública, decorrente de uma abordagem de trânsito. Porém, as acusações atuais são mais contundentes. “Ele tentou me matar”, acusa Patorra, ao relembrar que, após levar três golpes de cassetete, conseguiu desarmar o policial que estava à paisana. Segundo ele, a arma, que não sabe precisar se era um revólver ou uma pistola, caiu, deixando o policial sem ação, o que lhe permitiu fugir pra o interior da residência em busca de um objeto para fazer sua defesa.
Patorra, em um vídeo pessoal divulgado por ele, é contundente e acusa parte da polícia de abuso de poder. Já o policial, segundo sua versão na Delegacia de Polícia Civil, desmentiu o civil, alegando que foi atacado por Patorra, inclusive com ofensas raciais, e só depois reagiu.
Fechar X
Fechar X
Av. Imperador Dom Pedro I, 1886, sala 1 - Bairro Fragata - CEP: 96030-350 - Pelotas/RS
E-mail: [email protected] / Telefone: (53) 3281 1514
© Todos os direitos reservados