Quinta, 02 de julho de 2026, 10:12h
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A representante comercial Adriana Foster, de 25 anos, e sua mãe, Maria Terezinha, de 49 anos, saíram ilesas do acesso de fúria de um homem que a polícia ainda tenta identificar, mas atende pela alcunha de Chapadinho. Às 19h30 da noite de 12 de julho, ele, acompanhado da namorada, foi até o armazém da família, localizado entre as ruas 1º de Maio e 11 de Setembro, no Bairro Getúlio Vargas. O Motivo alegado seria um defeito no celular que a namorada comprou de Adriana há uma semana. “Ele estava alterado e exigiu que o conserto no aparelho fosse realizado naquele momento. Quando pedimos, e fizemos isso com educação, para que ele levasse o aparelho na loja na segunda-feira e que depois nos procurasse para resolvermos, ele passou a chutar os balcões e quebrar tudo”, contou a comerciante Maria Terezinha.
No bar, ficaram os sinais da destruição. Balcões virados, vidros quebrados, alimentos espalhados pelo chão e uma grande quantidade de cosméticos e perfumes inutilizados. “Tem mais de R$ 2 mil de prejuízos aí”, disse Adriana, grávida de sete meses, e muito nervosa com o episódio em que temeu ser agredida junto com a mãe. “Se não tivéssemos fugido, ele teria nos agredido”, disse Terezinha.
A Brigada Militar compareceu ao local para fazer o registro da ocorrência que, posteriormente, servirá para a identificação do acusado.
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