Quarta, 01 de julho de 2026, 13:48h
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Depois da prisão de cinco policiais militares acusados de cometerem crimes de tortura contra cinco pessoas na madrugada de 7 de setembro, a investigação apontou a participação de mais duas pessoas, sendo uma sargento da Brigada Militar, I.L.V, e um civil, F.M.C. Na quarta-feira (24), a Promotoria de Jaguarão ofereceu a denúncia contra os seis policiais militares e o cúmplice, que foi aceita pela Justiça de Jaguarão.
De acordo com as informações do MP, além das acusações de tortura, um dos PMs ainda é acusado de posse ilegal de um revólver calibre 38. Outro PM e o civil também foram denunciados por coação no curso do processo porque ameaçaram, por telefone, que iriam matar as vítimas após a Promotoria ter sido informada da situação.
Conforme a decisão do Judiciário, a sargento foi conduzida para Porto Alegre, onde os cinco policiais estão presos desde a última semana. O civil permanece em Jaguarão com o uso de tornozeleira. Ele deve se apresentar mensalmente à Justiça e se manter a cem metros de distância, no mínimo, dos torturados, só podendo sair às ruas, entre 7h e 19h, de segunda a sexta-feira.
A denúncia é assinada pelos Promotores de Justiça Cláudia Rodrigues Pegoraro, de Jaguarão, e Luciano Vaccaro, da Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais.
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