Segunda, 29 de junho de 2026, 12:25h
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O Tribunal do Júri do Foro de Canguçu (rua Júlio de Castilhos, 803, no Centro) recebeu nesta quinta-feira (14) o julgamento de Guilherme Nunes Magalhães. O júri foi aberto à comunidade.
Guilherme estava recolhido no Presídio Estadual de Canguçu desde dezembro de 2012, quando tinha 30 anos. Ele foi condenado por matar o ex-policial da Brigada Militar, Emílio de Moura Bichet, então com 74 anos. O crime foi cometido naquela ocasião na rua General Paranhos, no bairro Uruguai, em frente à casa da vítima. O policial que estava aposentado há mais de 20 anos da corporação teria sido agredido com pauladas e tijoladas.
Bichet chegou a ser internado em estado grave na UTI do Hospital São Francisco de Paula, em Pelotas, mas as pancadas resultaram em um traumatismo craniano, agravado por uma hemorragia e ele não resistiu. O militar da reserva possuía uma família grande: são quatro enteados e quatro filhos, entre homens e mulheres. Ele também deixou oito netos, dois bisnetos e a mulher, Gelda, na época com 56 anos.
Fonte: Assessoria de Imprensa
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