Domingo, 28 de junho de 2026, 14:57h
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O Tribunal do Júri da Comarca de Canguçu recebeu, na quinta-feira (16), o julgamento de Paulo Eduardo da Rosa Pereira, 43 anos. Ele era acusado pelo crime de homicídio qualificado pela morte de Vagner Moisés Silveira Igansi, conhecido como Mickey, em fevereiro de 2012. Na época, a vítima tinha 30 anos e estava na rua General Osório, no Centro, quando foi atingida por disparo de arma de fogo nas costas.
Pereira foi absolvido e desfrutará de liberdade plena, de acordo com o advogado de defesa, Conrado Bento Neto. Ele chegou a cumprir 81 dias de prisão preventiva no Presídio Estadual de Canguçu. “O júri reconheceu que o acusado não praticou crime e não merece a condenação. Antes de agir, ele, a esposa e os filhos haviam sido ameaçados por Mickey”, afirmou o advogado. O plenário do júri contou com significativo número de familiares e amigos do acusado. Ainda atuaram na defesa as advogadas Ana Andréia Louzada Corrêa e Mariana Rocha Wiskow Bento.
Sequência de crimes violentos
Mickey, 30 anos, foi morto com um tiro nas costas em fevereiro de 2012, na rua General Osório. Em 2004, o tio de Mickey foi morto dentro de casa. O suspeito pelo assassinato de “Traguinho”, como era conhecido, era Gilberto Couto. Seis anos depois, em janeiro de 2010, o sentimento de vingança foi o motivo levantado pela Polícia Civil para a morte de Couto. Aos 46 anos, ele foi brutalmente assassinado com golpes de faca dentro da casa de Mickey, na rua André Puente, no local conhecido como “Buraco quente”.
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