Quinta, 25 de junho de 2026, 18:40h
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O inspetor da Polícia Civil de Morro Redondo, Fabio Ruzicki, informou que não foi comunicado oficialmente dos fatos descritos pela reportagem publicada na edição da semana passada, de nº 495, do Jornal Tradição Regional. A matéria trata do furto de bens móveis de construção das residências da comunidade quilombola Vó Ernestina, de Morro Redondo.
Em conversa com o presidente da comunidade, Silvio Gonçalves Barbosa, ele afirmou a intenção de envio do referido ofício, o que não foi realizado. O inspetor esclarece que a pessoa vitimada pela ação delituosa é o responsável pela construção dos imóveis, o empreiteiro, e não a comunidade. O empreiteiro, por sua vez, deve fazer o registro de ocorrência policial para a investigação dos fatos, o que não fez por algum motivo, deixando de informar à polícia o que está acontecendo.
Ruzicki explica ainda que a responsabilidade dos bens até a entrega à comunidade é do responsável pela obra, cabendo a ele a segurança do local. “Para concluir, esclareço que o ocorrido trata-se de o crime qualificado como furto e não roubo, como descrito. São fatos totalmente distintos”, escreveu. Por fim, informou que “a partir desta notícia tomaremos as devidas medidas investigativas sobre o furto dos objetos mencionados”.
Fonte: Tradição Regional
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