Quarta, 24 de junho de 2026, 11:36h
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O julgamento do empresário Walnir Treichel, acusado pelo Ministério Público como o mandante do assassinato de sua ex-esposa, - a também empresária Gleci Mielke Treichel - aconteceu ontem (12). O empresário foi condenado a 17 anos de prisão, no entanto, a defesa entrou com recurso e o mandante do crime permanece em liberdade
Como foi o julgamento
Pela manhã foram ouvidos Milton Funari (corréu, já condenado e hoje na posição de testemunha) e, posteriormente, Treichel, o único dos quatro envolvidos no crime que ainda não havia sido julgado. O assassinato ocorreu há 13 anos.
Mesmo não sendo obrigado a responder as perguntas, Funari esclareceu pontos do caso questionados pelo juiz Paulo Ivan Medeiros, promotor José Olavo Passos e pelo advogado de defesa de Treichel, Antônio Ernani Pinto.
Funari, que é amigo do réu há quarenta anos, ratificou seus depoimentos anteriores, onde afirmou ter sido contratado por este para assassinar sua ex-esposa.
Para executar o crime, de acordo com Funari, subcontratou dois de seus antigos pedreiros, Ilson e Leonardo Castro de Oliveira. A execução aconteceu com um tiro de pistola PT 380, de propriedade de Funari.
A defesa, que trabalhou com a negação de autoria, também interrogou a testemunha e o réu. A sessão foi suspensa poucos minutos antes do meio-dia e retomada as 14h.
Um detalhe que chamou a atenção foi o júri, formado através de sorteio, que teve nomes negados por ambas as partes e terminou composto majoritariamente por homens.
Fonte: O Verbo
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