Ter�a, 23 de junho de 2026, 00:05h
Home Policial
Estudante de 16 anos foi morta brutalmente em março deste ano; O corpo foi encontrado às margens da BR-392
Acusado tem 28 anos e será julgado pelos crimes de sequestro duplamente qualificado, tentativa de estupro qualificada, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver
Será levado a julgamento pelo Tribunal do Júri de Canguçu o acusado de matar Jaíne da Cruz Centeno, com 16 anos na época, no dia 5 de março deste ano. A sentença foi proferida pelo juiz de Direito titular da 1ª Vara Judicial da Comarca de Canguçu, Regis da Silva Conrado, no dia 5 deste mês.
Conrado acolheu o pedido do Ministério Público e decretou que o réu, identificado pelas iniciais C.J.S.M., com 28 anos na época, seja levado para julgamento perante o Tribunal do Júri pela prática dos crimes de sequestro duplamente qualificado, tentativa de estupro qualificada, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver.
O homem havia sido preso em flagrante por envolvimento em furto de uma carga de soja na avenida 21 de Abril, no dia 22 de fevereiro, mas acabou liberado.
A data do julgamento ainda não foi anunciada. A defesa poderá recorrer da sentença.
O suspeito
O acusado de matar a estudante da Escola Estadual João de Deus Nunes é natural de Rio Grande, mas na época do crime residia na Vila São Francisco, em Canguçu. Ele foi preso preventivamente (por prazo indeterminado) no dia 7 de março e encontra-se no Presídio Regional de Pelotas (PRP) até hoje.
Relembre o caso
Jaíne Centeno saiu de casa na noite de sexta-feira, 4 de março, para ir a uma festa no Centro de Canguçu e não foi mais vista depois das 7h do dia seguinte. Imagens das câmeras de segurança ajudaram na investigação ao mostrar o momento em que um homem aborda Jaíne na rua General Osório, próximo do cruzamento com a avenida Exército Nacional, no Centro de Canguçu, e a obriga a seguir caminhando ao lado dele por ruas secundárias até o local do crime.
As buscas pela jovem desaparecida tiveram um triste final na segunda-feira, 7 de março, quando a Polícia Civil de Canguçu localizou o corpo em um matagal no quilômetro 119 da BR-392, cerca de 200 metros de distância da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), em um caminho que leva até a rodovia.
Causas da morte
De acordo com a sentença, após tentativa de abusar sexualmente da adolescente, o acusado a matou por asfixia e com golpes de objeto contundente (não apreendido). A necropsia apontou que a morte foi causada por asfixia por engasgadura e traumatismo crânio-encefálico.
Fonte: Tradição Regional
Fechar X
Fechar X
Av. Imperador Dom Pedro I, 1886, sala 1 - Bairro Fragata - CEP: 96030-350 - Pelotas/RS
E-mail: [email protected] / Telefone: (53) 3281 1514
© Todos os direitos reservados