Ter�a, 16 de junho de 2026, 18:39h
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“Imagina trabalhar licenciado pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis [IBAMA], neste meio que já é difícil, calcule então tocar o negócio com medo de prejuízo”. Com essa frase o carvoeiro Janderli Teixeira Garcia, de 44 anos, resume a indignação de ter tido parte da estrutura da extração de carvão que tem no Passo da Canoa, 5º Distrito, destruída.
Todo o carvão, que já estava pronto para ser comercializado, foi queimado e um dos fornos destruído. Os criminosos não deixaram pistas. “Eles tiraram o cabo do arranque do trator do vizinho e deixaram encostado na lataria para provocar curto circuito. Penso que queriam incendiar”, contou.
Para o carvoeiro, que já viu o empreendimento como promissor, o ato de vandalismo - que lhe rendeu R$ 3 mil em prejuízo -, pôs em dúvida o futuro da função, que já foi bem maior. “Eu já tive 34 fornos, mas a realidade também do carvão no país foi encolhendo e o negócio foi reduzindo junto com ela”, relembra Garcia, que registrou um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil.
Fonte: Tradição Regional
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