Segunda, 15 de junho de 2026, 06:04h
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O desconhecimento das leis e a dor proporcionada pela morte do então marido Adelar Gomes Garcia, de 43 anos, em 2009, que foi fazer uma cirurgia abdominal e enfartou, deu início há um período difícil na vida de Rejane Souza da Rosa Garcia, de 46 anos.
O fato foi descoberto em 2015, quando ela já havia sido demitida, sem sequer conseguir reunir numerário suficiente para fazer o inventário e destinar para as herdeiras um caminhão e um automóvel deixados pelo falecido.
Com a morte de Adelar, Rejane passou a morar em uma propriedade no interior de Piratini, de sua mãe, e receber ajuda financeira da mesma para se sustentar.
Exatos 1 ano e 2 meses depois, ela estabeleceu uma nova relação e formou uma nova família. O novo companheiro pagou o inventário, destinou os bens às meninas, mas começou a desconfiar do desenrolar da história, onde estava envolvida a advogada contratada.
Ambos reuniram a papelada do então marido de Rejane e foram até a Caixa Econômica Federal, em Pelotas, que ao examinar a documentação informou que os valores do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) já haviam sido sacados e a autora do saque havia sido a advogada.
Diante da surpresa, o casal decidiu ir até a residência da advogada, que negou o saque e o envolvimento com o caso. Quando começaram a ter contato no início do processo, Rejane conta que a advogada requisitou a ela o Cartão Cidadão. No desentendimento na casa da advogada, a mesma recusou-se a entregar o cartão, e foi além: negou que tivesse pedido o documento.
Sem praticamente nada que comprovasse a má fé da advogada, a vítima contratou um novo advogado, que para a surpresa dela não fez evoluir o processo. Hora então de tentar um segundo, que assim como o primeiro também nada fez.
Fonte: Tradição Regional
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