Quarta, 10 de junho de 2026, 22:07h
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Na última segunda-feira (14), foi cumprido um mandado de busca e apreensão, deferido pelo juiz da Comarca. Com 39 anos, o proprietário de uma lanchonete e de uma loja de confecções - na avenida Maurício Cardoso -, foi flagrado com material de construção furtado do Instituto de Educação Ponche Verde, em reformas há dois meses.
O produto do furto que foi encontrado pela Polícia Civil, no depósito dos endereços comerciais, foi repassado ao receptador por um funcionário da empresa que executa a obra.
O indivíduo, com iniciais M.S.G., foi levado à delegacia sendo permitido a responder o processo em liberdade, ao pagar fiança arbitrada pelo delegado de R$ 1.8 mil.
“O receptador, sua companheira e o funcionário responsável pelo furto apresentaram três versões diferentes para justificar o motivo ao qual o produto levado da escola se encontrava onde flagramos, o que demonstra o não encadeamento dos fatos conforme a lógica de cada um”, comentou o delegado Rafael Vitola Brodbeck.
Conforme o delegado, o produto furtado seria trocado por dinheiro, drogas ou algum outro objeto. A ação do funcionário da reforma que tentou justificar seu ato por não ter recebido, segundo ele, o vale-refeição, incomodou o policial.
“Há uma perda de referencial moral terrível. Este caso é mais um que demonstra que parece ser moral ter vantagem sobre os outros e em minha opinião as pessoas tem muitas vezes governantes corruptos e canalhas por também serem assim. Esse empresário não se emenda e enquanto ele estiver cometendo crimes estaremos no seu encalço”, finalizou.
Fonte: Tradição Regional
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