Segunda, 08 de junho de 2026, 12:59h
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Prejuízo gira em torno de R$ 70 mil, desconsiderando os caixas eletrônicos depredados e os demais danos causados ao prédio
Após o roubo ocorrido no dia 5 de julho, onde saqueadores explodiram quatro caixas eletrônicos da agência do Banco do Brasil, na rua Júlio de Castilhos, a agência permanece fechada enquanto passa por reformas. Em frente à ela, é possível ver entulhos - resultado da ação dos saqueadores, que são retirados do interior do autoatendimento da agência.
Durante a semana, o prédio passou coberto com tapumes e pedreiros trabalharam no local. Em frente à agência, uma grande lixeira foi utilizada para retirar os entulhos do interior do autoatendimento da agência.
Os correntistas que necessitarem de atendimento ou serviços do banco, precisarão se deslocar até Pelotas ou buscar atendimento na agência dos Correios, filial no serviço de produtos bancários. Por ela, alguns serviços podem ser acessados enquanto o prédio está sob reforma.
Segundo a agência, o prejuízo do furto gira em torno de R$ 70 mil, desconsiderando os dois caixas eletrônicos totalmente depredados e os demais danos causados ao prédio.
Possível ligação entre roubos às agências de Canguçu e Maximiliano de Almeida
Na mesma madrugada em que houve o roubo à agência do Banco do Brasil, em Canguçu, ocorreu um outro ataque também à uma agência do mesmo banco, em Maximiliano de Almeida.
Apesar da distância de 500 quilômetros entre as duas agências, os crimes aconteceram com somente 30 minutos de diferença.
Em entrevista, a delegada Lisiane Mattarredona apontou que ainda é muito cedo para se ter uma resposta, mas que as investigações não descartam a possibilidade de ligação entre os dois crimes.
As forças policiais investigam o envolvimento de seis pessoas no roubo, com o uso de três veículos. Segundo a delegada, os saqueadores pegaram rotas alternativas, podendo ter fugido para Santa Maria ou Encruzilhada do Sul.
Possibilidade de bomba no prédio descartada
No mesmo dia, o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) chegou em Canguçu para fazer a verificação da agência. A suspeita era que, após o assalto com o uso de explosivos, alguma bomba tivesse sido deixada dentro do prédio.
A rua foi isolada e a ação contou com a presença dos Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). No entanto, nenhum explosivo foi achado e o material encontrado foi recolhido para análise.
Veículos clonados utilizados no roubo foram incendiados em Encruzilhada do Sul
Durante a fuga dos saqueadores, foram espalhados miguelitos na BR-392, que furaram pneus da viatura da polícia e de alguns veículos que trafegavam na via. Além disso, um veículo foi incendiado, bloqueando a rodovia, evitando que o reforço policial chegasse.
Segundo a Brigada Militar (BM), os criminosos utilizaram dois veículos clonados para a fuga, sendo um da marca Peugeot e outro da Fiat. Durante as averiguações, já na divisa do município com Encruzilhada do Sul, a BM localizou os veículos usados incendiados.
Após controlar a situação, os automóveis foram recolhidos ao depósito do Departamento Nacional de Trânsito para fins periciais.
Fonte: Tradição Regional
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