Sexta, 05 de junho de 2026, 11:10h
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No último sábado (9), um grupo autônomo de mulheres de Pelotas denunciou nas redes sociais um caso de crime Maria da Penha na localidade do Alto da Cruz, no 5º Distrito de Canguçu.
O grupo teria recebido um pedido de socorro por volta das 11 horas. Segundo a publicação, uma mulher estaria sendo mantida refém pelo marido, junto com seus dois filhos e seus pais. O homem estaria armado.
O irmão da denunciante, amigo da vítima, decidiu ficar na casa para ajudar. Segundo o grupo, ao todo, eram sete pessoas em perigo. A Polícia Civil e a Brigada Militar (BM) foram acionadas no mesmo dia. Além disso, o grupo acionou a chefe da Polícia Civil do Estado, Nadine Anflor, e a ex-comandante geral da BM do Estado, Nádia Gerhard.
Na manhã de domingo (8), a membra do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, em Pelotas, e advogada de causas femininas, Samira Pereira, publicou em suas redes sociais que a polícia já estava na casa da vítima, que fica próxima a escola Oscar Fonseca da Silva.
Segundo a BM, o caso não se tratou de cárcere privado, mas de uma ocorrência do crime Maria da Penha com ameaças verbais. Os militares afirmaram que, conforme explicou a vítima, o autor havia saído da residência na sexta a noite, e não havia retornado até o domingo.
A vítima fez a entrega de um revólver a guarnição, que tinham em sua residência, no intuito de evitar a possibilidade do homem retornar a casa. O registro foi efetuado com o acompanhamento da Brigada Militar na Delegacia de Polícia, na qual irá solicitar as medidas protetivas a vítima.
Fonte: Tradição Regional
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