Quinta, 04 de junho de 2026, 05:33h
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Após mais de seis horas de dúvida, a suposta bomba no Instituto Federal Sul-Riograndense (IFSul) Campus Pelotas, era, na verdade, uma pasta com livros. Segundo a Polícia Federal, não há crime no fato. Agora, o delegado Cássio Berg irá analisar se será aberto um inquérito para investigar o caso.
As atividades acadêmicas retornaram normalmente nesta terça-feira (7) na instituição. Em nota, o IFSul comunicou que “todas as medidas em prol da segurança de servidores e alunos foram tomadas, seguindo rigorosamente orientações da Polícia Federal e da Brigada Militar”. A programação dos Jogos Intercursos 2019, que acontece nesta semana, também foi retomada.
As duas explosões que ocorrem no local, com o Grupo de Bombas e Explosivos da Polícia Federal, por volta das 19h, é uma operação padrão de desmantelamento, para a abertura do pacote em segurança. Depois da realização, foi comprovada a presença dos livros dentro da pasta. O material seguirá para análise, em Porto Alegre, para descartar qualquer dúvida.
O ocorrido
Por volta do meio dia da última segunda-feira (6), um ex-aluno da instituição, formado em 2001, solicitou entrada no prédio para acesso ao Departamento de Registros Acadêmicos (DRA) e, depois, teria ido até as dependências da biblioteca e deixado uma mochila. Devido às atitudes suspeitas, a vigilância patrimonial do IFSul comunicou o fato à direção, a qual acionou a Polícia Federal e Brigada Militar, por providências cabíveis, e realizou a evacuação do prédio às 13h, suspendendo atividades no turno da tarde e da noite.
Fonte: Tradição Regional
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