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03-08-2012

Comunidade pede mais agilidade na investigação da morte de Maiara Kohler


Passaram-se mais de 25 dias da morte de Maiara Schellin Kohler, 20 anos, e a comunidade de Canguçu já se manifesta pedindo mais rapidez por parte da investigação para se chegar aos responsáveis pelo crime. A jovem funcionária da Padaria Frischtick foi encontrada morta em um matagal na tarde de 10 de julho, na localidade do Rincão dos Maias, 1º Distrito.


As circunstâncias do crime levaram a população a recordar o assassinato de Cilene Barbosa de Oliveira, ocorrido em setembro de 1997. A jovem de 19 anos foi morta com um tiro na cabeça. O corpo foi abandonado em um matagal às margens da BR-392, no interior do município. Pela rede social Facebook, amigos e familiares de Maiara Kohler divulgam desde segunda-feira (30) a imagem da vítima, acompanhada da seguinte mensagem:



"Será que o povo canguçuense se esqueceu dela, ninguém mais cobra nada da Justiça, nem a imprensa local. Será que mais um crime ficará impune em nossa cidade?"


O conteúdo foi publicado pelo perfil “Alex Francine Gularte” e já havia alcançado mais de 500 compartilhamentos durante a semana. “Não estamos medindo esforços para esclarecer o crime. Mais de 30 pessoas já foram ouvidas. Toda a equipe da Polícia Civil está mobilizada neste caso”, disse a delegada Paula Vieira ao Jornal Tradição Regional.


A titular da Polícia Civil pede que qualquer informação sobre o desaparecimento ou o crime seja transmitida pelo telefone (53) 3252-3586, inclusive de forma anônima. “Estamos, inclusive, superando problemas com o plantão dos policiais para dar mais agilidade na investigação. Podemos garantir que o caso não será esquecido pela Polícia”, explica a titular.


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