Quinta, 09 de julho de 2026, 06:39h
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Após ser preso no dia 7 deste mês, o servidor público estadual acusado de ameaçar a companheira foi autorizado a responder o processo em liberdade. O pedido foi feito pelo advogado do acusado no dia 12. A juíza acatou o pedido, mas impôs algumas condições a ele, como por exemplo, manter-se a uma distância de pelo menos 200 metros da vítima.
Entre os argumentos utilizados pela defesa, estão os de que M.D.S. não possui antecedentes criminais, é pessoa idônea e que jamais agrediu a mulher. Ainda de acordo com o advogado de defesa, as ameaças que ocorreram foram devido ao fato de que ele inicialmente não aceitava a separação, mas que agora não tem mais problemas com o fato.
Em liberdade, o acusado vai responder por ameaça, de acordo com a lei Maria da Penha. Esta foi a terceira prisão efetuada pela Polícia Civil em um período de oito dias. Na noite do dia 11, G.N.M., 30 anos, foi preso pela morte de Emilio de Moura Bichet. O policial militar aposentado foi agredido com tijoladas na cabeça em frente ao local onde morava. Assim como no caso do servidor público, G.N.M. também tinha ordens para não se aproximar da família do aposentado.
No último sábado (15) foi a vez de L.S.S., 45 anos, ser preso, após confessar que matou Frida Ucker Elert, 81 anos. O corpo foi encontrado na Favila, 1º Distrito, em novembro. Em depoimento, ele alegou ter agredido a idosa após uma discussão sobre negociação de animais.
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