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Nesta quarta-feira (5) foi anunciada a sentença do crime brutal contra Leonardo Chagas Bretanha, vítima de latrocínio em 14 de novembro de 2012. Na decisão do juiz Cleber Pires, os três réus foram condenados.
Adílson Vahl Jr e Ariel da Rosa, que estavam no Presídio Regional de Pelotas desde a noite do crime, foram condenados a 25 anos e 27 anos 8 meses e 15 dias, respectivamente. Valéria Veja, que estava respondendo ao processo em liberdade, foi condenada a 29 anos e dois meses de prisão em regime fechado. Ela foi presa em sua casa, na manhã de quarta (5), pela Polícia Federal, e encaminhada ao Presídio de Jaguarão, onde deve permanecer até o final desta semana, quando será transferida para Pelotas.
O advogado de Valéria, Laureano Al Alam Neto, discorda da sentença, e afirma que irá recorrer. Ele alega que não há provas de que Valéria esteve na cena do crime. “Na audiência em que foram ouvidas as testemunhas, nenhuma disse ter visto ela”, observou.
Na quinta-feira (6), a decisão da Justiça ganhou destaque pelas ruas da cidade e também nas redes sociais. Amigos, familiares de Bretanha e pessoas que se chocaram com a brutalidade comemoraram a decisão. “A justiça se cumpriu, depois de terem nos arrancado um irmão tão querido e amado por nós. Estão pagando. Hoje eu consigo ter paz”, escreveu uma irmã da vítima na internet.
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