Sexta, 03 de julho de 2026, 20:35h
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Não caiu bem no gabinete do prefeito Vilso Agnelo as críticas ao secretário municipal de Meio Ambiente, João Carlos Cardoso, que além de ser alvo da oposição em duas reuniões consecutivas na Câmara de Vereadores, também foi vítima do fogo amigo disparado pelo vereador Sérgio Castro-(PDT). O parlamentar chamou a atuação da pasta de arbitrária, no episódio da autuação no 5º distrito, onde fornos para queima de carvão estavam irregulares.
Para acalmar os ânimos e dar outras versões para fatos que considera distorcidos, o secretário de Administração, Humberto Porto, entrou em campo e, além de atuar em uma reunião com os reclamantes de todos os partidos, também convidou todos os órgãos de imprensa da cidade para uma coletiva, onde também estavam a fiscal ambiental, Viviane Silveira, e o diretor geral da pasta, Glauber Moraes.
O objetivo era mostrar que as coisas em torno do caso da carvoaria não tinham sido da maneira como externaram os oposicionistas e o pedetista Sérgio Castro. Na versão comprovada pelos ambientalistas, Afonso Garcia de Souza foi preso por três, e não por dez agentes da PM, como relatado e, o motivo para sua prisão não foi à queima de carvão e sim, armas e munição que foram encontrados pela Patram.
Viviane disse que apenas o notificou pela queima de carvão, que não possuía qualquer documentação legal, dando ao acusado 15 dias para apresentar as licenças. As licenças não teriam sido apresentadas e, somente agora, teria sido feita a autuação.
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