Quinta, 02 de julho de 2026, 10:57h
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Chefe do Executivo nega omissão e incentivo a invasões de áreas públicas ou privadas no Parque Fragata; Secretária de Assistência Social explica procedimentos para doações de moradias
“A principal política da administração está focada no bem estar da população como um todo, mas nossas ações não podem em momento algum atropelar a responsabilidade e legalidade”. A declaração é do prefeito, Cláudio Vitória (PDT), a respeito de cobranças de alguns moradores do Parque Fragata, que acusam a administração municipal de descaso para com os ocupantes de áreas verdes, conforme matéria da página 5 da edição da semana passada do Jornal Tradição Regional.
Sobre a reunião ocorrida na Casa da Cultura, no primeiro dia deste mês, o prefeito informa que a mesma foi marcada e organizada pelo seu gabinete para discutir com moradores do local algumas ações voltadas a atender demandas daquela comunidade. Qualquer outro enfoque pode ser considerado tentativa de distorção dos fatos, com fins que não condizem com os princípios da verdade e moralidade. “Em momento algum fomos ou somos omissos no trato com questões que envolvem os interesses dos moradores do Parque Fragata ou qualquer região do município, e jamais incentivamos quem quer que seja a invadir áreas públicas ou privadas. Qualquer insinuação desse tipo pode ser classificada como insanidade de pessoas mal-intencionadas”, prossegue o prefeito.
Assistência Social
As reclamações e cobranças de alguns moradores e outras pessoas que se aproveitam da situação são classificadas pelo chefe do Executivo como ações oportunistas. Alguns, inclusive, já receberam moradias doadas pela Prefeitura, com aval do Conselho Municipal de Assistência Social, e tentam novas aquisições em detrimento de outros necessitados.
A secretária de Cidadania e Assistência Social, Mariângela Sposito, informa que a moradora Cleuza Costa Silva, por exemplo, já foi beneficiada com um chalé, assim como sua filha, Daniela Costa Marques. Outro que já foi beneficiado pela assistência social do município é o cidadão Orlei Ribeiro, citado na matéria. “Dentro do planejamento da Secretaria na questão moradia, podemos, apenas com o aval do Conselho de Assistência Social, que é quem decide sobre as necessidades mais urgentes, doar até 15 chalés por ano, e o principal quesito levado em conta é a situação de vulnerabilidade em que se encontra o morador”, confirma Mariângela, salientando que, atualmente, existem no município cerca de quatro mil famílias em situação de vulnerabilidade. “Toda doação de moradia passa pelo crivo do Conselho de Assistência Social, que é amparado por lei aprovada pela Câmara”, acrescenta a secretária.
Sobre as áreas verdes, o prefeito confirma que a Secretaria Municipal de Obras, Urbanismo e Meio Ambiente(SMOUMA) está fazendo um levantamento mais aprofundado com a intenção de amparar legalmente qualquer inclusão de novos ocupantes dos espaços. “Temos sempre de agir com responsabilidade para que nossos atos não sejam prejudiciais ao futuro do município, nem à imagem das pessoas que administram os bens públicos”, alerta o prefeito.
Redator: Assessoria de Imprensa
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