Quarta, 01 de julho de 2026, 11:59h
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Às 20h do domingo (5), o Cartório Eleitoral de Piratini contabilizou as últimas cinco das 61 seções eleitorais de Piratini, após uma eleição tranquila, sem registro de incidentes.
Para saber como foi o desempenho de seus candidatos, muitos cabos eleitorais se concentraram no pequeno espaço disponibilizado pelo Cartório e, conforme os boletins de urna iam sendo publicados, faziam uma apuração a parte para tentar antecipar o resultado do pleito no município.
Para a Assembleia Legislativa, Adilson Troca foi o primeiro colocado ao atingir 2.490 votos, o que mostra que os tucanos locais fizeram bem o dever de casa.
Com a força que provém, principalmente, dos assentamentos da reforma agrária, Edegar Preto, reeleito para mais quatro anos pelo PT, somou 1.345 votos, seguido pelo médico canguçuense Pedro Pereira, com 1.190.
A sigla petista se mostrou forte também para a Câmara Federal, ao somar 1.896 votos para Dionilson Marcon.
Autor de muitas emendas que beneficiaram a cidade, o progressita Afonso Hann (PP), ficou em segundo, com 1.359 votos, seguido do pedetista Pompeo de Mattos, que atingiu 936 votos.
Apontado como preferido nas pesquisaso atual governador Tarso Genro foi vencedor em Piratini com 4.646 votos, seguido por José Ivo Sartori com 3.509, e Ana Amélia Lemos, com 2.356.
Para o senado, Olívio Dutra, que perdeu a vaga por uma diferença não superior a 2%, fez 4.666 votos contra 2.957 de Lasier Martins (eleito), e 1.696 votos de Pedro Simon (PMDB).
Por fim, Dilma Rousseff, do PT, foi muito superior a Aécio Neves, ao totalizar 6.728 votos contra 3.549 do tucano que vai agora tentar interromper o ciclo de três mandatos petistas à frente do Palácio do Planalto. Marina Silva fez apenas 870 votos.
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