Ter�a, 30 de junho de 2026, 12:17h
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O silêncio diante das declarações dadas à imprensa pelo presidente do PDT, e mostrando que a relação entre a sigla e o Executivo está estremecida, foi à estratégia adotada pelo prefeito, Vilso Agnelo (PSDB).
Procurado na terça-feira (21), e após a grande repercussão do assunto veiculado na edição anterior do JTR, Agnelo limitou-se a dizer apenas duas frases após ser questionado sobre as exigências que se tornaram públicas através de Antônio Andrade da Silveira. “Não tenho nada a dizer. Falarei no momento oportuno”, disse o prefeito.
Assim, encerrou o assunto negando-se a falar da lista de exigências feitas pelo partido aliado e que cobra melhor estrutura para a Secretaria de Urbanismo e Serviços Públicos para só assim indicar um nome para a pasta que está com um secretário interino.
Ele também não rebateu as críticas à sua maneira de governar, que partiram do presidente Antônio.
Por sua vez e, diante da repercussão de suas palavras, Antônio recuou no tom do discurso quanto ao ponto mais importante contido na lista entregue ao prefeito. “Foi um pedido e não uma exigência. O prefeito é que decide”, falou o presidente.
Ele se refere ao ponto onde o partido defende que para que as coisas voltem ao seu devido lugar, Diego Espíndola deveria retornar à Secretaria de Saúde (hoje está na cultura e turismo) e Fladimir Gonsalves reassumir seu posto indo para o lugar de Espíndola.
O PDT deu até o dia 12 de fevereiro para que o prefeito avalie todos os itens e dê uma resposta.
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