Ter�a, 30 de junho de 2026, 08:40h
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No período de férias que culmina com a duração do verão, o camping localizado ao lado do Balneário Carlos Carvalho em Piratini é um dos locais escolhidos na Zona Sul para o descanso e o lazer das famílias, a maioria de outros municípios.
Nos últimos anos, as reclamações quanto à estrutura se acumulam e a área onde a sombra é abundante vem deixando a desejar no tocante ao que é gratuitamente disponibilizado, principalmente ao turista.
Nesta temporada não foi diferente. A higiene dos banheiros, rede hidráulica e os problemas com a iluminação foram outra vez a principal causa apontada pelos acampados.
Na sessão legislativa da última terça-feira (10), o oposicionista Marcial Guastucci foi contundente em suas críticas ao executivo devido às condições do local. Questionado sobre a situação que inclui a não abertura dos quiosques, o secretário de Cultura, Desporto e Lazer, Diego Espíndola, buscou mostrar o outro lado da questão e que segundo ele é a responsável por 90% das situações precárias que se apresentam no camping. “Vandalismo. Esse é o real motivo e, acreditem,: as ações danosas partem de pessoas da nossa comunidade, já que tivemos cerca de 200 acampados este ano e nenhum nos causou problemas”, garante o gestor.
Espíndola disse que no preparo para a temporada de verão, toda a rede elétrica, incluindo alguns postes, foram trocados. Pouco adiantou. Das 80 lâmpadas instaladas apenas 28 não foram roubadas ou quebradas. “Colocamos uma de muita potência de iluminação no ponto mais alto existente e não adiantou, pois, também foi levada”, informou.
Para a situação da rede hidráulica, o que inclui inclusive os registros dos sanitários estragados com frequência e, o consequente desperdício de água, Espíndola justifica dizendo que este fator ocorre devido ao surgimento de dois novos bairros em torno do camping e que usam a mesma rede, o que aumenta a pressão da água para um encanamento que não está preparado para isso, ocasionando o estouro. “Ainda neste sentido há a imundice provocada e o roubo frequente dos vasos sanitários”, completa.
Para finalizar, ele falou sobre a não abertura dos quiosques. “Abrimos licitação para ver se alguém se interessava em explorar, mas as exigências são muito grandes e tínhamos pouco espaço de tempo para oferecer tudo que é exigido. A decisão então foi mantê-los fechados”.
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