Segunda, 29 de junho de 2026, 05:01h
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O programa Mais Médicos foi um dos assuntos discutidos na Câmara de Vereadores quando, na ordem de votação do dia, o projeto 18/2015, do Executivo, foi aprovado por unanimidade, elevando o auxilio moradia dos três profissionais estrangeiros que atuam em Piratini.
O auxilio moradia, que até então era de R$ 1.302,50, teve o acréscimo de dez VRMs (Valor de Referencia Municipal), o que aumentou a ajuda para R$ 1.823, 50. Somas-se ao novo valor o auxilio alimentação, que é de R$ 677,30, o que perfaz um valor final de R$ 2.500,80.
Ao manifestar-se sobre suas situações dentro do programa, no que diz respeito ao salário, Isidro Alessandro Alayo disse que após prestar contas ao governo cubano, responsável por ficar com grande parte do que ganham do governo federal, sobra muito pouco para sobreviverem. Assim, a ajuda de custo concedida pelo município é essencial. “Travamos uma luta quanto a isso, pois o que resta dá para muito pouco. Piratini é um município pequeno, mas tem um custo de vida muito elevado”, reclamou.
Para ele, criou-se uma ilusão muito grande com relação à atividade no Brasil, pois o padrão de vida de um médico brasileiro vai além do que é pago para participar do Mais Médicos. “Todos acham que aqui no Brasil nos é pago muito dinheiro. Entendo que o município deveria custear bem mais que o aluguel, transporte e alimentação. Há uma série de itens para os participantes que até certo ponto não foram cumpridos com relação ao estipulado”, reclama.
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