Segunda, 29 de junho de 2026, 03:49h
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Em abril deste ano, a Corsan fez o alerta de que a desapropriação da área conhecida como Barragem do Pantanoso (foto) ainda estava em aberto
A renovação de contrato entre o município de Canguçu e a Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) estava na pauta da audiência pública agendada para quinta-feira (18), às 14h — após o fechamento desta edição —, na Câmara de Vereadores. O diretor-presidente da Companhia, Flavio Presser, tinha presença confirmada.
O atual contrato para prestação de serviço de abastecimento de água e tratamento de esgoto vencerá em 2016 e a Corsan propõe a renovação por mais 30 anos. Em abril deste ano, Flávio Presser fez um alerta ao município. “O estudo de impacto ambiental necessita do parecer de um arqueólogo, visto que é exigência de Lei Federal. Isso tem um impacto direto nos custos”, disse ao indicar que 30 anos é o prazo de retorno do investimento que será feito em saneamento.
Na ocasião, o engenheiro civil da Corsan, André Finamor, informou que as licenças ambientais a serem obtidas com a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM) e a desapropriação da área conhecida como Barragem do Pantanoso seguiam em processo aberto. “O município de Canguçu deve priorizar estas ações, pois o impacto na tarifa de água é direto. A Barragem e a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) devem fazer parte do debate.”
Alternativa mais barata
Existe a possibilidade da construção de uma barragem de menor porte, no valor aproximado de R$ 9 milhões. A audiência pública prevista para quinta-feira (18) prometia apontar as diretrizes de investimentos no município em saneamento e esgoto, bem como a obrigatoriedade da construção da barragem do Pantanoso no contrato com a Corsan.
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