Domingo, 28 de junho de 2026, 20:27h
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Não tinha como ser diferente, e a oposição buscou massacrar o prefeito, Vilso Agnelo Gomes (PSDB), pelas recentes decisões com o objetivo de enxugar a folha salarial dos servidores. Além do líder de bancada Cláudio Dias, sempre veemente em suas colocações, Marcial Gustucci e Daniel Morales de Moura, todos do PMDB, foram contundentes ao criticar Gomes, que cortou a ajuda de custo, horas extras e o difícil acesso do funcionalismo que contava com os benefícios.
Moura foi o mais passivo, mas ao mesmo tempo, o mais detalhista ao falar da questão. “Tenho a informação de funcionário que deixou de receber uma ajuda de custo de R$ 30 diariamente para se manter, inclusive com a alimentação e hospedagem. E agora, como fica?”, questiona.
O vereador também fez referencias aos responsáveis por atuar na manutenção das pontes e estradas da zona rural. “Eles ganhavam R$ 20, que ajudava a custear as refeições, e o prefeito simplesmente retirou, o que torna a atividade inviável e afeta o trabalho dos servidores e da comunidade como um todo”, entende o parlamentar.
Para finalizar o que chamou de ato covarde e desumano, o vereador denunciou o não pagamento de horas-extras já realizadas antes da decisão do prefeito. “Eles, que atuam nessas atividades que os levam a sair de casa e ter despesas, agora chegam ao final do mês e descobrem que não terão todo o dinheiro para pagar suas contas. Diante disso tudo, tem funcionário que já ameaça fazer paralisação”, alertou.
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