Quarta, 24 de junho de 2026, 01:24h
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Pelotas terá oito candidatos na disputa pela Prefeitura nas eleições municipais de outubro deste ano. Os nomes foram definidos em convenções realizadas nas últimas semanas. Abaixo, confira todos os concorrentes.
O Partido da Mobilização Nacional (PMN) lançou como candidato o comerciante Ledinei Santana, de 39 anos. Morador do bairro Getúlio Vargas, ele concorre pela primeira vez a um cargo público. Dentro das prioridades, Ledinei aponta que irá focar nos problemas de saneamento básico da cidade. “A prioridade minha e do PMN é saneamento básico. Queremos reduzir em 50% os cargos do governo para poder investir”, ressalta.
Pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), o candidato lançado para a disputa foi Jurandir Silva, de 33 anos. Engenheiro agrônomo e mestre em sistemas de produção agrícola familiar, ele concorre pela segunda vez a prefeito. Em 2012 ficou em terceiro lugar, com 13,09% dos votos. Concorreu à Assembleia Legislativa em 2014, somando 24.358 votos. Ficou em segundo lugar, mas não conseguiu vaga devido ao coeficiente eleitoral, que permitiu apenas uma cadeira à coligação. Jurandir acredita que a gestão do município deve ser pensada para os mais pobres. “A proposta do PSOL é inverter prioridades, os investimentos do município têm de ser para a maioria da população”.
O candidato do Partido Democrático Trabalhista (PDT) será o médico e atual vereador Anselmo Rodrigues, que já governou a cidade duas vezes, após ter sido eleito em 1988 e em 1966. Depois de morar no Paraná, onde atuava como médico, Anselmo retornou a Pelotas e se candidatou a vereador em 2012, quando foi eleito. “Vou cuidar do povo como eu sempre fiz. Se você não cuida do ser humano, vai cuidar de quê? Se alguém não tem preocupação com o ser humano, vai se candidatar a que, a ser tecnocrata? Eu não sou. Eu sou político, um médico e humano”, disse.
A atual vice-prefeita Paula Mascarenhas, de 46 anos, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), representará a atual gestão no pleito. Professora adjunta da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) desde 1993, e doutora em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Paula foi presidente do Instituto João Simões Lopes Neto de 1999 a 2008, coordenadora da bancada do PPS na Assembleia Legislativa de 2000 a 2004, e chefe de gabinete do ex-prefeito Bernardo de Souza em 2005 e 2006. “Vamos dar sequência ao governo do prefeito Eduardo Leite, às suas realizações, a essas obras todas que estão em andamento, algumas que talvez ainda estejam em andamento no final do governo”, afirmou.
Fábio Tedesco será o candidato do Partido Republicano da Ordem Social (PROS). Natural de Pelotas, ele é empresário e tem 40 anos. Dentro da política, foi eleito por três vezes consecutivas como vice-presidente estadual do Movimento da Juventude Trabalhista (MJT/RS). Em 2005, disputou e foi vitorioso com maioria dos votos para assumir a presidência do MJT em Pelotas. “Nosso projeto é focado em poder fazer uma reforma tributária correta, da onde o reflexo disso atinge e beneficia as pessoas”, afirmou.
O Partido Ecológico Nacional (PEN) lançou nome do empresário, professor e acadêmico de Ciências Políticas Marco Marchand. Com 51 anos, ele participa pela primeira vez de uma disputa eleitoral. “O gerenciamento da cidade é altamente técnico, de alta triagem. Então, é nossa proposta de governo: não entra ninguém pela porta dos fundos”, disse o candidato.
Pelo Partido Trabalhista do Brasil (PTB), Flávio Souza é o nome que disputará as eleições. Com 53 anos, o candidato é ativista social e concorre pela primeira vez a prefeito. Para o candidato, o mais importante é “tornar pelotas uma cidade mais humana e resgatar dessa população os tributos irregulares da água e IPTU”.
O Partido dos Trabalhadores (PT) lançou o nome de Miriam Marroni para o pleito. Com 60 anos, a candidata é psicóloga especialista em educação e já foi quatro vezes vereadora em Pelotas. Foi deputada estadual em 2005 e 2006, após obter vaga como suplente, tendo sido reeleita em 2010 e 2014. Ou seja, segue no cargo. Na Assembleia, foi líder do governo Tarso Genro, em 2011. No ano seguinte, assumiu a Secretaria Geral de Governo. Miriam destacou a importância de investimentos nas áreas da educação e saúde. “Quero escola de turno integral. Vamos também contratar e enfrentar o problema da falta de médicos, remédios e exames que demoram”, disse.
Redator: Tradição Regional
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